A Fantasia dos trajes: o caminho do teatro na escola

por Denise Schnyder*

O é de conta, também chamado de jogo dramático, refere-se à idéia de fantasia, as roupas que os jovens as crianças usam para se transformarem em personagens. A fantasia é um dos principais elementos de suas experiências com o teatro na primeira fase de vida. Outros que a criança grande, que já tem um repertório de experiências, e imaginar com os olhos fechados, a criança pequena, para ser encantado por um personagem ou uma história, não buscar respostas dentro de si, pelo contrário, começa-se a observar e procurar ao seu redor de pessoas e objetos que enriquecem seus conhecimentos e suas experiências sobre o fenômeno que foi contado.

A experiência da criança de faz-de-conta nesta fase da vida, vai criar, dentro dele, um verdadeiro quadro de imagens, sensações, percepções e inter-relações. A história que ela escuta, vem a vida no meio ambiente, na medida em que está sendo dito. É possível vê-lo através do teste de movimentos, imitando os gestos, a repetição de palavras e tons de voz, testes, reações e conte a história para objetos que estão ao seu redor. Assim, uma simples colher pode se tornar uma varinha ou uma espada, a sua função original se separou de sua forma, e ligado para a imaginação, o gesto e o movimento.

Quando pensamos em roupas para crianças pequenas, é preciso considerar que, internamente, ela nunca vai crescer muito em qualquer outra fase da vida. Seus pulmões, seus ossos, seu coração e seu cérebro são transformados em uma base diária. Portanto, um bom traje deve permitir que a criança a crescer dentro dela, em todos os sentidos. Em um primeiro olhar, os belos trajes dos personagens, comprei o ready-made, encantam adultos, e são impressionantes visualmente sobre os filhos. Mas são os tecidos e objetos, não estruturados e manipuláveis, cores, pesos, texturas e tamanhos, que despertam para a riqueza da conta.

Assim, é a imaginação que vive na criança pequena: plástica, pictórica e extremamente material, porque ele depende de um estímulo externo real e acessorios. Um performativo, imitação e real, porque depende de tempos verbais mágica, entrelaçado à ação. A criança pequena ainda não segure o personagem, mas se transforma o tempo todo; sai e volta a ele, para edificar e para resolver os problemas da narrativa que é. A fazer de conta que acontece no momento presente, não é memorável e é impossível de ser repetida e, portanto, não é ainda enquadrado dentro do que se convencionou chamar de teatro, ou melhor, desempenho.

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Os trajes que a jovem Maria Eduarda criado para a Festa Junina Sidarta 2017

Percurso teatral

A criança que sofreu uma infinidade de personagens, movimentos e situações e tinha espaço em sua mente para desenhar essas imagens, você vai ter, em idade escolar, a partir dos 6 anos, um quadro de maior experiência de sua vida interior. Tem elementos para imaginar, de olhos fechados, com uma riqueza de detalhes. Você pode criar e a construir imagens e será mais provável conseguir o pensamento abstrato. A imaginação de uma criança para a grande vida do pensamento e da memória e, portanto, pode durar um tempo muito longo. A sua fantasia acontece internamente, ele tem uma vida própria e não depende de estímulos externos. Esta criança começa a criar fortes imagens internas que viver por dias dentro do seu coração e da sua mente. É a partir dessas imagens que ela cria o seu refúgio e a sua fundação e, quando jovem, é a partir deles que vai construir o seu mundo ideal.

Ela ouve a história e logo começa a navegar em pensamentos imaginando e recriando cada detalhe. Não procurar respostas no espaço que o rodeia, mas procura entender a história dentro de si, de costura para ele novos significados. Ela elogia os personagens, imaginar-se-lhes, em qualquer situação, e misturar seus sentimentos para eles. Bebida de histórias, em grandes goles, gozando de toda a lógica, cada símbolo e arquétipo que pode ajudá-la a situações futuras. Ele descobre que, para viver um personagem, não apenas se vestir como ele, pois ele já não é o suficiente. Você precisa construí-lo com a sua mente, seu corpo e suas mãos.

Na sala de aula de teatro do Colégio Sidarta, as crianças mais velhas estão prontos para criar as histórias vivo a partir de imagens e conceitos, o pensamento e o entendimento dos desejos e conflitos de cada personagem. O pensamento imaginativo, as reflexões do grupo, a voz e o corpo a ganhar importância, a vida interior cria o que antes saía por trajes coloridos. O jogo dramático se transforma em improvisação, torna-se consciente, pode ser treinada. A improvisação se torna apenas um dos muitos procedimentos que os alunos terão de criar um personagem que entra em cena.

Agora, o personagem precisa ser sustentada, a história deve ser memorizado, a escolha de um personagem e de volta deve ser uma escolha artística e não uma necessidade. As roupas cênica construída de dentro para fora e perder o nome de “fantasia” e ganha o nome defantasia” ou “roupa cênica”. O traje possui um caráter específico, enquanto a vestimenta cênica mantém um grau de plasticidade, que permite algumas transformações e possibilita a atuação dos meninos do coro e a partilha dos personagens.

O jogo dramático e a fantasia evoluir dessa forma para o jogo teatral, as convenções teatrais, os modos de produção e composição de cenas. A brincadeira se transforma, pouco a pouco, na arte, no processo de criação, o compromisso com o grupo, superação de obstáculos e a realização de projetos coletivos. Assim, com o passar dos anos, podemos descobrir a riqueza da arte do teatro, uma das mais antigas artes concebidas pela humanidade. As crianças aprendem que, para os adultos, o jogo não está perdido, ele se transforma em trabalho colaborativo, em fazer arte, soluções, lógico, intuitivo e criativo.

*Denise Schnyder é um professor de Teatro do Colégio Sidarta, em Cotia, SP

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